26 e 27 de Novembro 2011
A Fraternidade de Nuno Álvares consciente da importância de recuperação dos habitats da Serra da Estrela, lançou no ano passado as bases de voluntariado ambiental com a Associação dos Amigos da Serra da Estrela, de forma a concentrar esforços em 2011, na celebração do Ano Internacional das
Florestas através de uma acção de reflorestação nos dias 26 e 27 de Novembro.
Foi necessário reprogramar a actividade do final de Outubro, por não ainda não estarem reunidas as condições de humidade de solo e de suficiente pluviosidade, para prosseguir com a acção no terreno.Florestas através de uma acção de reflorestação nos dias 26 e 27 de Novembro.
Por esta altura, no ano passado, a FNA esteve representada com mais de vinte associados e familiares, numa acção de voluntariado ambiental, em parceria com a ASE. Quem por lá andou, lembra‐se das duas sessões (da chuva e do vento …) nos baldios de Verdelhos, onde foram plantados Quercus Robur L. (Carvalho‐alvarinho), num local que tinha sofrido um incêndio e também não se esqueceu (do dia soalheiro) da plantação de Quercus Pyrenaica L. (Carvalhonegral) no vale das Candeeirinhas.
Desde 2007 que a ASE tem dinamizado acções de reflorestação em altitude nas zonas sujeitas à erosão em virtude dos incêndios florestais e que o projecto “Um milhão de Carvalhos para a Serra da Estrela”, imagem de marca desta associação, tem tentado criar núcleos de reflorestação duradouros de Q.Pyrenaica em diversas encostas do vale glaciar. Este continua a ser um dos objectivos principais para este ano, a repicagem (reposição) de plantas nas Candeeirinhas, de forma a voltar a contabilizar aproximadamente a mesma quantidade de 2010.
Entretanto, foi possível avaliar no local e a primeira estimativa é de uma baixa taxa de sucesso de sobrevivência dos Q. Pyrenaica, cuja causa se supõe terem sido arrancados por animais. Para evitar futuros insucessos deste tipo, deverá ser prevista uma protecção com rede de malha. Do lado do baldio de Verdelhos, e a necessidade de reposição será bem menor pois os resultados da avaliação deste Verão apontam para uma maior taxa de sucesso, essencialmente devido a plantas que não vingaram por escassez de água.
A Floresta Autóctone, para além da elevada importância ecológica na conservação da biodiversidade, na conservação dos solos, água e regularização dos recursos hídricos, tem contribuído ao longo dos tempos, com matéria‐prima para várias utilizações pelo homem. O artesanato, construção, produção de cortiça, carpintaria, marcenaria e a produção de frutos silvestres, são apenas alguns exemplos, das múltiplas utilizações destas espécies.
Este ano teremos representação de Núcleos da FNA de Lisboa, Porto, Aveiro, Vila Real e Algarve.
A Equipa Organizadora
Morcego Solitário, Corujão e Esquilo

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